“Encheram a terra de fronteiras,
Carregaram o céu de bandeiras,
Mas só há duas nações:
A dos vivos e dos mortos.”
Mia Couto

Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)

“Encheram a terra de fronteiras,
Carregaram o céu de bandeiras,
Mas só há duas nações:
A dos vivos e dos mortos.”
Mia Couto

Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)

Seis minutos e meio de uma canção particularmente melodiosa, com os instrumentos, o ritmo e a tessitura das notas e da voz em perfeita harmonia com uma letra e um refrão que devem figurar no cânone das melhores músicas românticas portuguesas do primeiro quartel deste século.

A música à distância de um click:
Música de Bruno Rama(©Direitos reservados).
Texto de Manuel Monteiro.

Não é sobre quem tem razão. É sobre o que se sente.
Todas as pessoas que invadem um espaço buscam um lugar onde possam continuar a vida que lhes foi dada.
Todos os homens que usam capacetes militares habitam a mesma nação: a dos que foram instruídos para impedir os desejos dos outros, ainda que não entendam os motivos.
Com o tempo, o olhar tatua-se de um vermelho intenso e perpétuo.

Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)
Texto de Zuraida Guedes.

Eis uma música, cheia de vigor lírico e sonoro, que poderia e deveria acompanhar uma história romântica (não leve), um reencontro romântico, um sentimento intenso (não necessariamente mútuo, não necessariamente feliz). Os temas essenciais estão aqui: tempo, morte e amor. O ritmo e a voz dão-lhes o corpo certo.

A música à distância de um click:
Música de Bruno Rama(©Direitos reservados).
Texto de Manuel Monteiro.


Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)
Texto de Pedro Almeida Vieira (©Direitos reservados)

Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)
Texto de Pedro Almeida Vieira (©Direitos reservados)


Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)
Texto de Pedro Almeida Vieira (©Direitos reservados)

Entre as raízes sem seiva e os galhos sem verdor, quem, além dos pássaros, guarda memória da árvore?

Bruno Rama é ilustrador editorial (©Direitos reservados)
Texto de Pedro Almeida Vieira (©Direitos reservados)